1 POR TODOS E TODOS POR UM… BOM PADRINHO.

Amigos Flaeternos, 
quem nunca leu ou ouviu falar dos TRÊS MOSQUETEIROS, o famoso romance publicado há muito tempo, um ápice absoluto da carreira do escritor francês Alexandre Dumas, que nos deixou outras obras de bastante repercussão como, “O Conde de Monte-Cristo, A Tulipa Negra, O Homem da Máscara de Ferro…”.

Pois é, Dumas nunca pensou que sua obra serviria de inspiração em 2012, e logo no Clube de futebol mais importante do planeta.  Só que… com semelhança nada agradável, diria que um influxo às avessas.
Na literatura francesa, Porthos, Athos e Aramis aparecem como os três homens de confiança do Rei… “os três mosqueteiros”.
  E no Flamengo acontece o mesmo. Três homens se apresentam como os guardiões da coroa aquática .    Quem seriam eles? Fácil responder, né?

Renato Abreu, Ibson e Léo Moura representam hoje a trinca mosqueteira, a tríade geriátrica que conta com o prestígio e admiração de seu soberano, Dori BigNasal XIII.  Pois é…
O Flamengo joga hoje, contra o Bahia, time de melhor desempenho no 2º turno e veremos do nosso lado, para ser exato, no meio-campo, tudo que há de mais feudal, arcaico e tirânico.

 Depois de passarmos por um perrengue dos diabos, por uma fase infernal, onde não achávamos nosso jogo e identidade, conseguimos, enfim, “encontrar” um time.  Claro, tudo foi meio que na sorte, pois o excesso de contusões nos levou a reinventar uma nova formação.  
Voltemos ao Flamengo x Atlético MG…  Contra os fregueses Galináceos jogamos o fino, fizemos uma partida de almanaque.  Na meiúca estavam, Amaral, Cáceres, Cléber Santana e o “mosqueteiro” Léo Moura. Um meio-campo, que apesar do Coisa Moicana Esquelética, soube marcar e criar com profunda eficiência, dando a defesa mais segurança e ao ataque mais condições de finalização.

Aí veio o Fla x Flu…  Na partida contra os Antílopes das Laranjeiras, Cáceres por ter levado o terceiro cartão amarelo não jogou…  “Ibson,outro ‘defensor da coroa”, voltou ao time. Mais uma vez jogamos bem, só que com menos pegada no meio, tendo em vista que o espadachim rodante não marcou ninguém. Bom, perdemos, mas pelo menos convencemos…
E agora, Fla x Bahia…  Cáceres volta a ter condições de jogo contra o time da boa terra e para a surpresa de todos é barrado para a entrada de outro mosqueteiro: Renato Imortal Abreu.  
Não tem jeito, contra a ordem de um Rei não podemos lutar. Ela é suprema, irrevogável, aquafinal, otorrinóloga! Serão com os três paladinos anciões que iremos pro jogo e digo:  com eles iremos até o final da temporada. 
A nós, pobres plebeus,  restou ficar na torcida  para que apesar dos pesares, tudo dê certo e que não caiamos para a segunda divisão feudal.

E… 
no salão do castelo já gritam para 2013:
Viva os mosqueteiros do Rei!
SORRIA, VOCÊ É RUBRO-NEGRO!
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