SALVEM O CARIOCA!


Queridos amigos Flaeternos.
Tinha solicitado ao Imprensa e ao Maurício, por conta de alguns projetos (e não PROXETOS com X, que fique bem claro, rsrsrsrs) pessoais, uma licença do encargo de Colunista por um tempo, gentilmente concedido.  Porém, não consegui resistir e vi-me tentado a escrever, tendo a licença sido, após eu pedir, prontamente revogada.
Poderia falar do bom início de trabalho dessa nova Gestão, com muitos e contínuos acertos e um ou outro erro (que respondem pelo nome de Léo Moura e Renato Abreu), mas que ficam em segundo plano diante da revolução que precisávamos e que está sendo feita. Entretanto, isto vem sendo muito bem debatido no dia a dia pelos nobres amigos Flaeternos.
Elegi como tema da Coluna, o Campeonato Carioca.  Outrora o campeonato mais charmoso do país.  E que hoje, só merece a manutenção do título, se considerarmos a ruindade de todos os outros campeonatos estaduais.
O Campeonato Carioca, que eu particularmente adoro, na minha concepção, é aquele torneio de verão voltado mais para a diversão, para o primeiro contato dos torcedores com seus times, para a celebração da rivalidade SADIA, mais do que propriamente, à conquista do Título.  Óbvio que ganhar o Carioca é sempre bom, mas convenhamos, ninguém fica exatamente triste por não ganhar o Carioca, ao contrário do Brasileirão, Copa do Brasil ou Libertadores.  Para mim, o Carioca sempre foi aquele campeonato gostoso de se ver, de se acompanhar, de se ambientar com novos jogadores, novos times, novos treinadores, aquele em que o prazer de zoar o adversário por uma derrota diante de um simpático adversário pequeno  ou por ficar de fora das semifinais da Guanabara ou Taça Rio, é indescritível.
Também um campeonato gostoso para vermos em campo times com os quais simpatizamos, e que muitas vezes até consideramos como segundo time, como Olaria, Madureira, Bangu, e outrora Bonsucesso, Campo Grande e, o pior e mais triste caso, o América. No meu caso, a Portuguesa da Ilha, embora raramente na primeira divisão do Rio, time com o qual sempre simpatizei, mesmo porque morei na Ilha do Governador até 1991 e era sócio do Clube.
Mas, infelizmente, este campeonato, que entre 2000, 2001, até 2005, 2006, pouco mais ou pouco menos, chegou a ser celebrado pela mídia pela média alta de público, pela festa das torcidas, por bons times, inclusive os pequenos, pelos bons jogos, e principalmente, pelo maior – em todos os sentidos – Estádio do Mundo, apagou-se, apequenou-se. Aquele campeonato, com fórmula atraente, com apenas doze times, rápido e gostoso de se acompanhar, deu lugar a um campeonato modorrento, com dezesseis times, doze dos quais pequenos e fraquíssimos (quanto mais times, mais jogadores de melhor nível divididos) ou mesmo ridículos, e sem o Maracanã, hoje, mutilado, desfigurado, superfaturado, para servir à FIFA, à meia dúzia de jogos de Copa do Mundo a preços caríssimos, afastando o povão, que deveria ser o verdadeiro dono da festa, e, por fim, tão logo termine o torneio mundial de seleções, servindo aos interesses econômicos e contaminados deste Governo do Estado do Rio de Janeiro, se nada for feito.
E o início do Carioca mostrou bem o que será o campeonato neste ano.  O time misto do Vasco, que por si só já é um time B, atropelou o Boa Vista. Botafogo trucidou o Duque de Caxias, que mostrava alguma resistência até tomar o primeiro gol, mas, após, tornou-se um verdadeiro time de pelada – com o devido respeito a estes times de solteiros e casados de fim de semana. O Fluminense, com um time constituído de reservas e de reservas dos reservas, não tomou conhecimento de seu adversário.  E por fim, o Flamengo, time em formação, Clube em reformulação, com seus juniores e Ibsons e Ramons da vida (que tenham vida curta!) e sem seus reforços, passou sem dificuldades, mesmo com alguma preguiça, pelo time do Quissamã.  E tudo isto, ou pior, todo este nada, por absurdos e inadmissíveis R$ 40,00 (quarenta reais) o ingresso, sem contar os transportes ruins,  horários inexplicáveis, estádios, à exceção do Engenhão, sem condições de receber público com algum conforto ou carentes de um gramado descente para o futebol.
Estão, ano a ano, pouco a pouco, por conta de toda a politicagem, troca de votos, e mesquinharia que sabemos existir, para a manutenção do poder na nefasta Federação de Futebol do Rio de Janeiro, matando o mais charmoso – ou talvez nem mais – campeonato regional do Brasil!
É por isto, por toda a história e por sua tradição, que eu clamo:  salvem e respeitem o nosso querido Campeonato Carioca!!!

ELIAS
Gostaria de aproveitar e parabenizar os Pellegrino pelo enorme acerto em eternizar em um espaço próprio as colunas deliciosas e fantásticas do nosso querido Elias!  Eu que não vivi nessas épocas, venho me deliciando e aprendendo muito sobre o Flamengo.  E obrigado ao nobre Colunista, pelo carinho e dedicação com que sempre escreve a todos nós.
ADRIA
Gostaria de aproveitar e parabenizar a menina Adria, filha de nosso querido Juberto ou Jubertão, pelos seus 16 aninhos!
Muita luz, muita saúde, e muitos e muitos anos pela frente para a filhona do nosso querido Chef Gastronômico, que possui uma linda família.
E parabéns e um forte abraço também ao Adler, também filhão do Jubertão, pelo aniversário na semana passada. Antes tarde do que nunca, rs.
Grande abraço a todos!!

 

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